Criada ainda durante o Cerco do Porto, numa altura em que a vitória do liberalismo era incerta, a Biblioteca Pública Municipal do Porto reflete um ideal de cidadania – que passava necessariamente pela educação e pela cultura – compatível com o alargamento social da participação política que então se pretendia. Mas esta instituição vai ser, simultaneamente, um porto seguro para os livros e documentos à guarda das instituições religiosas cujo futuro se via ameaçado pelo novo regime, bem como para algumas bibliotecas da aristocracia. Nesta conversa, Paula Bonifácio, bibliotecária da BPMP, fala-nos dos primeiros tempos da instituição e do valioso espólio que constituiu a sua dotação primordial.
Gravação efetuada na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva, MHNC-UP, a 4 de junho de 2020
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